Museus

Museu de Etnologia Indígena e Museu de História Natural 

A Missão

Os Museus de Etnologia Indígena e História Natural (Museus CES/Academia) presenteiam a cidade de Juiz de Fora e região com um valioso patrimônio cultural que resgata a cultura dos povos indígenas brasileiros e a história dos seres vivos na natureza. Ambos instalados no Complexo Educacional Verbita – Colégio Cristo Redentor – Academia de Comércio e Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CES/JF)-, no centro da cidade, em um conjunto arquitetônico de beleza exemplar.
Os Museus são mantidos pela Congregação do Verbo Divino, ordem religiosa católico-missionária, fundada no século XIX, na Holanda, pelo Santo Arnaldo Janssen, e que vem difundindo princípios evangelizadores visando a levar a Vida, Justiça, Verdade e Fé Cristã aos diversos cantos do mundo. Na visão de Santo Arnaldo, a educação e a pesquisa científica são excelentes instrumentos para a prática missionária.
Assim, a Congregação vem investindo desde o princípio, em instituições de ensino e culturais que proporcionem aos seus alunos e frequentadores a experiência do conhecimento em sua totalidade e excelência, visando à preparação de cidadãos íntegros, capazes de contribuir para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Além disso, dão suporte à comunidade em que estão inseridos.  
 


Ensino, Pesquisa e Extensão
Com a certeza de que a atividade Museal deve estar sempre a serviço da educação, a equipe desenvolve atividades práticas e teóricas de ensino, com qualidade, envolvendo alunos da Educação Infantil ao Ensino Superior das escolas mantenedoras, bem como de outras instituições educacionais ou com outras finalidades, públicas e privadas, confeccionais ou laicas, sem qualquer distinção, além do atendimento do público individualizado.
A pesquisa interna é também um outro pilar de sustentação das atividades. Todo o trabalho de manutenção, conservação e restauração das peças é desenvolvido em laboratório próprio o que impõe uma atualização constante dos dados nos registros informatizados, fundamental para o acompanhamento das mudanças e aperfeiçoamentos do conhecimento científico.
Aberto à comunidade para visitação permanente, os projetos pedagógicos também se estendem a outras instituições da cidade e região e a turistas. Os Museus cumprem um papel de importância social, indo ao encontro da missão da Congregação do Verbo Divino que é de investir nas diversas áreas do conhecimento, contribuindo para a democratização cultural. As visitas são gratuitas e monitoradas por profissionais devidamente preparados e qualificados. Ponto de referência cultural na cidade de Juiz de Fora e região, os dois salões recebem anualmente um público médio de 25 mil pessoas. O controle e registro das peças é totalmente informatizado e estendido para consultas em rede interna para estudiosos e pesquisadores.
 

Histórico
O projeto do Museu de História Natural atual renasceu em 1989 e, três anos depois, em 1992, foi inaugurado a primeira exposição. Em 1997 mudou-se para o salão atual.
O projeto do Museu de Etnologia Indígena iniciou-se em Juiz de Fora em fevereiro de 1992, com a chegada do Antropólogo Pe. José Vicente César – SVD, que trouxe consigo peças do Anthropos do Brasil (Museu Etnográfico) com sede em Brasília – DF. Em 1988 com o término da segunda parte das obras dos Museus, este acervo foi reinstalado no salão térreo.
Projetados para a função museal os dois salões de exposição com 400 m2 cada são totalmente climatizados, concedendo aos visitantes muito conforto, beleza e aconchego.  Um painel decorativo no Museu do Índio reproduzindo o quadro da primeira missa no Brasil, de Victor Meirelles, e dois painéis no Museu de História Natural relativos a dinossauros dos períodos Jurássico e Cretáceo, decoram o interior com muito gosto. Além dos salões de acesso do público em visitas, o espaço ainda apresenta secretaria, laboratório e reserva técnica.  Da secretaria se tem comunicação direta com uma sala da biblioteca onde está uma coleção com mais de cinco mil livros e periódicos relativos a antropologia e conhecimentos afins. A reserva técnica e laboratório de História Natural , com 30 mil peças, está em salão à parte.
 

Museu de História Natural

tiranossauro

No espaço de exposição do Museu de História Natural, hoje com 1.300 peças, constam de 18 vitrines dispostas de acordo com a Teoria da Evolução dos Seres Vivos (da pedra ao homem) e um espaço com animais vertebrados taxidermizados (empalhados).

 

A coleção é formada por exemplares de fósseis, minerais, rochas, animais secos, em via úmida ou taxidermizados, ossos e réplicas de peças raras que foram colecionadas através do trabalho de leigos e religiosos da Congregação do Verbo Divino durante décadas.

 


Museu de Etnologia Indígena

Sapaim

O Museu de Etnologia Indígena, com 400 peças indígenas em exposição e 3.600 em reserva técnica, possui também em seu acervo peças oriundas de outras etnias (asiática, africana, etc.), todas originais, estando organizada a exposição por categorias que obedecem um plano de classificação de acordo com sua finalidade: Cerâmica, Trançados, Cordões e Tecidos, Adornos Plumários, Adornos de Materiais Ecléticos, Indumentária e Toucador, Instrumentos Musicais e de Sinalização, Objetos Rituais, Mágicos e Lúdicos,  Armas, Complemento de Trabalho, Combate e Defesa, Utensílios e Implementos de Madeira, Organização Social e Política, Linguagem e Aculturados, Religião, Fragmentos e Achados de Sítios Arqueológicos, Artes Visuais e Plásticas e Habitação.

 

Atividades afins
Independente das exposições duradouras, os museus possuem uma coleção de 131 fotos da Academia e da cidade do final do século XIX e início do século XX, expondo parte deste acervo em períodos programados. Abrem também suas portas para exposições temporárias sobre outros temas.

Funcionamento

Segunda a Sexta-feira, das 7h10 às 11h40 e das 13h às 17h.

Atende à noite e nos fins de semana grupos agendados previamente.

Rua Halfeld, 1179 - Centro - CEP.: 36016-000 Juiz de Fora - MG

Telefone: (032) 2102-7761 - FAX: (032) 2102-7720

E-mail: museus@academia.com.br,museus@cesjf.br