Ciclo de Eventos recebe profissionais renomados e lança Agências de Comunicação
Na última terça-feira, dia 17 de março, o Curso de Comunicação Social do CES/JF inaugurou quatro agências laboratoriais: Imaginação, Hocus Pocus, Antídoto e Imago, que concorreram apresentando as propostas de trabalho.
Os laboratórios foram desenvolvidos para os acadêmicos do 8º período, que poderão colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos durante a trajetória acadêmica. Cada agência contará com os departamentos de Assessoria de Imprensa, Multimídia e Publicidade e Propaganda.
De acordo com a aluna Júlia Fernandes, do oitavo período diurno, “a agência é uma oportunidade para se aproximar do mercado de trabalho”. Estamos vivenciando um momento de interação entre os grupos, visando o crescimento das agências” afirma a estudante.
A acadêmica Gênica Alexandre avalia a conquista dos laboratórios como positiva.”Foi um processo complicado, passamos a dividir o nosso tempo com a criação das agências e a elaboração da monografia. Mas, agora que está tudo pronto, percebemos que valeu a dedicação”.
Agora, os alunos vão começar a prestar atendimento a empresas e ONGs da cidade e região.
No dia 18 de março, quarta-feira, o Curso promoveu uma palestra com o Marcos Calvi, Diretor de Operações do Grupo Casa de Criação, agência de propaganda especializada em planejamento estratégico em comunicação integrada, com 25 anos de experiência no mercado, tendo desenvolvido várias campanhas premiadas e reconhecidas.
Durante a palestra, foi enfatizada a importância de um publicitário que sabe fazer o planejamento de uma empresa, briefing e como a propaganda pode criar sentido para os produtos.
Para encerrar o ciclo de comunicação do primeiro semestre, o Curso de Comunicação do CES/JF contou com a palestra do jornalista juizforano César Menezes que formou na Universidade Federal de Juiz de Fora, passou por vários veículos de comunicação locais e, depois, em diversas cidades do Brasil até chegar à TV Globo de São Paulo, onde trabalha atualmente. Segundo Menezes, “temos que fazer algo para criar uma discussão que evidencie o fato”, finaliza o jornalista.



